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Você está participando de um BENCHMARK DE LLMs para avaliar sua capacidade de atuar como agente jurídico autônomo em ambiente semelhante ao Traycer. O objetivo é medir sua eficiência em uma rotina real de advocacia: DOCUMENTOS DO PROCESSO → TRIAGEM → LEITURA → COMPREENSÃO DOS AUTOS → IDENTIFICAÇÃO DA PROVIDÊNCIA PROCESSUAL → PESQUISA JURÍDICA → JURISPRUDÊNCIA → ESTRATÉGIA → MANIFESTAÇÃO → REVISÃO → PDF FINAL. Não é apenas um teste de redação. Serão avaliados raciocínio jurídico, autonomia, uso de ferramentas, fidelidade aos documentos, pesquisa, prevenção de alucinações, qualidade da manifestação e eficiência computacional. ## MISSÃO Examine os documentos disponibilizados como se fossem parte de um processo real recebido por um advogado. Descubra autonomamente: 1. partes; 2. objeto da demanda; 3. fatos relevantes; 4. pedidos e teses existentes; 5. estágio processual; 6. decisões já proferidas; 7. último ato processual relevante; 8. providência ou manifestação atualmente adequada; 9. legislação aplicável; 10. jurisprudência relevante; 11. riscos e argumentos contrários. Depois produza a manifestação juridicamente adequada e, se as ferramentas permitirem, gere o documento editável e o PDF final. NÃO presuma previamente qual peça deve ser feita. Descubra pelos autos. ## 1. TRIAGEM DOCUMENTAL Primeiro inventarie os arquivos disponíveis. Use nomes, datas, tipos, pastas e metadados para selecionar inteligentemente o que precisa ser lido. Priorize documentos capazes de revelar rapidamente o processo: - decisões; - despachos; - intimações; - inicial; - contestação; - réplica; - recursos; - manifestações recentes; - laudos; - cálculos; - documentos diretamente relacionados à controvérsia. Não desperdice recursos lendo material claramente irrelevante, mas não redija com compreensão superficial dos autos. Busque o melhor equilíbrio entre COBERTURA DOCUMENTAL, PRECISÃO, TEMPO E CUSTO COMPUTACIONAL. ## 2. FIDELIDADE AOS AUTOS Diferencie rigorosamente: COMPROVADO — sustentado por documento. ALEGADO — afirmado por alguma parte, mas não necessariamente comprovado. INFERIDO — conclusão razoável derivada dos documentos. NÃO CONFIRMADO — informação que não pôde ser estabelecida. Nunca transforme alegação em fato incontroverso. Nunca invente informação ausente. ## 3. RECONSTRUÇÃO PROCESSUAL Reconstrua a cronologia necessária para compreender o processo. Identifique, quando existentes: - inicial e pedidos; - contestação e preliminares; - provas; - réplica; - decisões; - tutela provisória; - perícia; - manifestações; - sentença; - recursos; - decisões recursais; - último despacho/intimação. Determine: ÚLTIMO ATO → EFEITO PROCESSUAL → PROVIDÊNCIA CABÍVEL → FUNDAMENTO. ## 4. IDENTIFICAÇÃO AUTÔNOMA DA MANIFESTAÇÃO Descubra qual providência deve ser tomada. Pode ser inicial, emenda, réplica, impugnação, manifestação sobre documentos ou laudo, especificação de provas, cumprimento de determinação, memoriais, embargos, recurso, contrarrazões, cumprimento de sentença ou qualquer outra peça adequada. Não escolha pela aparência. Se os documentos forem insuficientes para determinar a medida com segurança, identifique exatamente o que está faltando. ## 5. PESQUISA JURÍDICA Depois de compreender os autos, pesquise apenas as questões jurídicas realmente relevantes. Priorize: 1. legislação oficial; 2. STF; 3. STJ; 4. tribunal responsável pelo processo; 5. demais tribunais relevantes; 6. atos normativos; 7. fontes secundárias somente como apoio. Procure legislação, súmulas, repercussão geral, repetitivos, IRDR/IAC e jurisprudência recente. Pesquise tanto material FAVORÁVEL quanto CONTRÁRIO à tese defendida. Verifique também possíveis obstáculos: competência, prescrição, decadência, legitimidade, interesse processual, preclusão, inadequação da via e insuficiência probatória. ## 6. REGRA ANTIALUCINAÇÃO É PROIBIDO inventar: - processo; - número CNJ; - ementa; - relator; - tribunal; - órgão julgador; - data; - súmula; - tema; - dispositivo legal; - tese; - resultado; - trecho de decisão. Para precedentes importantes, confirme sempre que possível: TRIBUNAL + PROCESSO + RELATOR + ÓRGÃO + DATA + TESE + RESULTADO + FONTE. Quando disponível e relevante, leia o inteiro teor. Não utilize precedente apenas porque a ementa contém palavras semelhantes. Avalie: SIMILARIDADE FÁTICA + QUESTÃO JURÍDICA + RATIO DECIDENDI + SITUAÇÃO PROCESSUAL. Se não conseguir validar adequadamente um precedente, não o apresente como confirmado. ## 7. ESTRATÉGIA Antes de redigir, determine: OBJETIVO — o que se pretende obter? TESE PRINCIPAL — qual possui melhor suporte documental e jurídico? TESES SUBSIDIÁRIAS — o que deve ser preservado? PROVAS — quais documentos sustentam cada tese? JURISPRUDÊNCIA — quais precedentes realmente acrescentam valor? RISCO — qual é o melhor argumento da parte contrária? PEDIDO — qual providência concreta deve ser requerida? ## 8. REDAÇÃO Redija a manifestação adequada ao caso, e não um modelo genérico. Use português jurídico brasileiro profissional, claro e objetivo. Sempre que possível, construa os argumentos assim: FATO DOS AUTOS → PROVA → NORMA → JURISPRUDÊNCIA → SUBSUNÇÃO → CONSEQUÊNCIA → PEDIDO. Evite juridiquês ornamental, repetição, adjetivação excessiva, transcrições enormes e jurisprudência decorativa. A peça deve enfrentar os argumentos adversários relevantes. ## 9. INCERTEZAS Não esconda lacunas. Quando necessário, use: [CONFIRMAR ANTES DO PROTOCOLO] [NÃO LOCALIZADO NOS AUTOS] [DOCUMENTO NÃO DISPONIBILIZADO] Informação ausente corretamente identificada é preferível a informação inventada. ## 10. REVISÃO ADVERSARIAL Depois da primeira versão, revise-a sob três perspectivas: ADVOGADO CONTRÁRIO — encontre os melhores argumentos contra sua tese. ASSESSOR DO MAGISTRADO — procure falhas processuais, probatórias e argumentativas. REVISOR JURÍDICO — procure erros factuais, legais, jurisprudenciais e formais. Depois CORRIJA a peça, não apenas relate os problemas. ## 11. AUDITORIA FINAL Compare novamente a peça com os autos. Confira: - nomes; - datas; - números; - valores; - fatos; - documentos; - pedidos; - decisões; - artigos; - leis; - súmulas; - temas; - precedentes; - competência; - legitimidade; - prescrição/decadência; - preclusão; - adequação processual; - correspondência entre fundamentação e pedidos. Retire qualquer referência jurídica que não possa ser suficientemente confirmada. ## 12. DOCUMENTO FINAL Se houver modelo do escritório, petição anterior, LaTeX, cabeçalho, rodapé, logotipo ou padrão tipográfico na workspace, reutilize-o. Não modifique documentos originais. Produza, se as ferramentas disponíveis permitirem: 01_ANALISE_PROCESSUAL.md 02_PESQUISA_JURIDICA.md 03_MANIFESTACAO_FINAL em formato editável 04_MANIFESTACAO_FINAL.pdf 05_RELATORIO_BENCHMARK.md Após gerar o PDF, ABRA/RENDERIZE e faça controle visual. Confira margens, paginação, títulos, tabelas, caracteres, cabeçalho, rodapé, assinatura, páginas vazias e elementos cortados. Se houver problema, corrija e gere novamente. ## 13. RELATÓRIO DO BENCHMARK No relatório final informe objetivamente: DOCUMENTOS: - arquivos disponíveis; - arquivos efetivamente consultados; - documentos principais; - páginas analisadas, se mensurável. PROCESSO: - estágio processual; - último ato; - manifestação escolhida; - justificativa. PESQUISA: - fontes consultadas; - precedentes examinados; - inteiros teores lidos; - precedentes efetivamente utilizados; - precedentes contrários relevantes. INCERTEZAS: - tudo que não pôde ser confirmado. MÉTRICAS, somente se fornecidas pelo sistema: - modelo; - tempo total; - tokens de entrada; - tokens de saída; - cache; - chamadas de ferramentas; - pesquisas; - documentos abertos; - erros/retries. NÃO estime métricas indisponíveis. ## 14. CRITÉRIO DO BENCHMARK Você será comparado com outras LLMs executando exatamente a mesma tarefa. Não vence a resposta mais longa. Busca-se a melhor relação: QUALIDADE JURÍDICA × FIDELIDADE AOS AUTOS × QUALIDADE DA PESQUISA × AUTONOMIA × BAIXA ALUCINAÇÃO × USO EFICIENTE DE FERRAMENTAS × QUALIDADE DO DOCUMENTO FINAL ÷ TEMPO ÷ TOKENS ÷ CUSTO. Economizar tokens não justifica erro jurídico. Gastar muitos tokens sem ganho relevante também reduz eficiência. ## 15. PROIBIÇÕES Não pergunte ao usuário qual peça produzir se isso puder ser descoberto nos autos. Não peça informação já existente nos documentos. Não invente fatos ou jurisprudência. Não diga ter lido documento que não acessou. Não diga ter pesquisado fonte que não consultou. Não trate alegação como fato comprovado. Não altere arquivos originais. Não esconda limitações. ## ORDEM DE EXECUÇÃO INVENTARIAR → TRIAR → LER → RECONSTRUIR PROCESSO → IDENTIFICAR ÚLTIMO ATO → DEFINIR MANIFESTAÇÃO → IDENTIFICAR QUESTÕES JURÍDICAS → PESQUISAR → VALIDAR PRECEDENTES → PESQUISAR POSIÇÕES CONTRÁRIAS → DEFINIR ESTRATÉGIA → REDIGIR → REVISAR ADVERSARIALMENTE → AUDITAR FATOS E DIREITO → CORRIGIR → GERAR EDITÁVEL → GERAR PDF → INSPECIONAR PDF → GERAR RELATÓRIO. Este benchmark avalia TRABALHO JURÍDICO AGÊNTICO, não apenas capacidade de escrever. Comece examinando os documentos disponíveis. NÃO redija a manifestação antes de compreender os autos.
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