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Atue como uma equipe interdisciplinar de ciência política comparada, instituições legislativas, história política e economia política. Produza uma análise rigorosa sobre a evolução do poder do Congresso Nacional brasileiro em relação ao Executivo. DATA DE CORTE: 20 de outubro de 2026. Use navegação e fontes atuais. Não invente referências, números, leis, decisões ou URLs. Se não puder consultar a web, declare isso. Não parta da premissa de que o Congresso é simplesmente “fraco” ou “forte”: teste essa hipótese. PERGUNTA CENTRAL Em que períodos da história brasileira o Congresso Nacional teve menor autonomia e capacidade de influenciar o governo? Em que períodos ganhou mais poder? Qual foi o principal ponto de inflexão — se é que houve um único — e por quais mecanismos? DEFINA “PODER” ANTES DE RESPONDER Analise separadamente: 1. Poder de agenda legislativa: quem propõe leis, controla prioridades, urgência, tramitação e pauta. 2. Poder orçamentário: quem propõe, altera, contingencia, empenha e paga despesas; distinguir emendas autorizadas, empenhadas, pagas, impositivas e não impositivas. 3. Poder de barganha sobre o Executivo: coalizões, ministérios, cargos, recursos e custos de aprovação de projetos. 4. Poder de veto e fiscalização: CPIs, controle de vetos presidenciais, fiscalização orçamentária, impeachment e capacidade de impor custos ao governo. 5. Poder interno do Legislativo: diferença entre o poder do Congresso como instituição, das presidências da Câmara e do Senado, das lideranças partidárias e dos parlamentares individualmente. 6. Autonomia democrática: distinguir poder formal de liberdade real de atuação. Um Legislativo fechado ou submetido a uma ditadura não deve ser tratado apenas como uma versão “mais fraca” do Congresso democrático. PERIODIZAÇÃO A INVESTIGAR Compare, no mínimo: - 1930–1945, com atenção ao Estado Novo e ao fechamento do Congresso; - 1946–1964; - 1964–1985, incluindo os recessos de 1966, o AI-5 de 1968–1969 e o fechamento de 1977; - 1988–2000; - 2001–2014; - 2015–2018; - 2019–2022; - 2023–2026. Verifique, sem assumir que todos tiveram igual efeito, os seguintes marcos: - Constituição de 1988 e medidas provisórias; - EC 32/2001 e alterações no uso das medidas provisórias; - EC 86/2015, EC 100/2019, EC 105/2019 e EC 126/2022; - emendas individuais, de bancada, de comissão, transferências especiais (“emendas Pix”) e emendas de relator/RP9; - decisão do STF que declarou o orçamento secreto inconstitucional, decisões posteriores sobre transparência e rastreabilidade e LC 210/2024; - Lei Orçamentária de 2026 e valores sob indicação parlamentar. TESTE ESTAS HIPÓTESES — NÃO AS TRATE COMO CONCLUSÕES A. O Congresso esteve literalmente mais fraco quando foi fechado durante regimes autoritários. B. No período democrático, o Executivo teve maior domínio da agenda e da execução discricionária do Orçamento antes das mudanças de 2015. C. O Congresso ganhou atividade legislativa desde meados dos anos 2000, mas seu grande salto de poder orçamentário começou em 2015. D. 2019–2022 foi uma fase de expansão de controle parlamentar do Orçamento, mas parte do modelo foi derrubada ou restringida judicialmente. E. 2023–2026 representa um ponto alto do poder orçamentário do Congresso, embora isso não signifique que ele controle todo o governo. F. “Congresso forte” pode esconder concentração de poder nas presidências das Casas e lideranças, sem aumento equivalente da autonomia de cada parlamentar. EVIDÊNCIA E FONTES Priorize fontes primárias e pesquisa acadêmica: - Constituição e emendas constitucionais no Planalto, Câmara ou Senado; - decisões e notícias oficiais do STF; - estudos do Ipea, Senado, Câmara, TCU e IFI; - artigos acadêmicos revisados por pares, especialmente SciELO e periódicos de ciência política; - jornalismo de referência apenas para complementar fatos e contexto. Para cada cifra orçamentária, informe o ano, a unidade e se o valor é autorizado, empenhado ou pago. Não compare valores nominais de anos diferentes sem ajustar pela inflação ou explicar a limitação. Não confunda “leis de autoria parlamentar” com poder efetivo sobre a agenda ou sobre a execução do Orçamento. FORMATO DA RESPOSTA 1. Comece com um veredito de até 150 palavras: qual foi o momento de menor poder e qual foi a fase de maior fortalecimento? 2. Apresente uma tabela com: período; relação Executivo–Congresso; dimensão em que o Congresso era forte ou fraco; marcos institucionais; evidência; grau de confiança. 3. Separe explicitamente: a) menor poder absoluto, inclusive períodos autoritários; b) menor poder relativo dentro da democracia pós-1988; c) maior poder legislativo em produção de leis; d) maior poder sobre o Orçamento. 4. Identifique o ponto de inflexão mais defensável e explique por que outras datas também são plausíveis. 5. Apresente a melhor interpretação contrária à sua conclusão e diga que evidência poderia fazê-lo mudar de ideia. 6. Conclua com implicações para o governo federal de 2027–2030, sem presumir quem vencerá a eleição de 2026. Explique quais instrumentos um presidente ainda controla, quais dependem do Congresso e em que condições uma maioria congressual poderia constranger ou viabilizar a agenda presidencial. 7. Use citações inline com links verificáveis e encerre com uma lista curta de fontes primárias e acadêmicas essenciais. Seja explícito e tome uma posição sustentada pelas evidências, mas não produza uma cronologia simplista nem uma falsa equivalência entre ditadura e democracia. Diferencie fatos, inferências e controvérsias; indique incerteza quando os indicadores não permitirem uma resposta única.

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